O projeto “Da terra para a Terra” explora a temática dos resíduos e da agricultura biológica, tendo como elemento agregador o conceito de que “na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma” (Lavoisier). Projeto que apoia Hortas Escolares, Compostagem nas Escolas e Compostagem Doméstica (mais informações contatar cmia@cm-viana-castelo.pt)
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Mais um caso de sucesso...
A EB1 de Vila Fria está de parabéns… desde o início da sua participação no projeto “Da terra para a Terra” que tentávamos implementar uma horta, mas dada a localização e o terreno envolvente, sempre foi adiado.
No entanto, este ano letivo, com mais um pouco de coragem conseguiu-se finalmente chegar a este resultado...
segunda-feira, 7 de abril de 2014
As hortas e jardins de aromáticas das nossas escolas...
sexta-feira, 14 de março de 2014
Valorização Orgânica
A valorização orgânica consiste na transformação da fração orgânica dos resíduos num corretivo orgânico natural.
A valorização orgânica traduz-se assim no processo de compostagem: processo biológico natural efetuado em condições controladas. Assim, são as bactérias, fungos e outros microrganismos que decompõem a matéria orgânica de uma forma aeróbia (na presença de oxigénio), transformando-a num produto estável, o composto. Produz-se, assim, uma mistura rica em nutrientes que pode ser utilizada como fertilizante orgânico.
Compostagem Industrial
Para obter um produto de elevada qualidade é fundamental a separação da matéria orgânica. Normalmente, para este processo correr da melhor forma possível, são implementados circuitos específicos de recolha seletiva de matéria orgânica, nomeadamente em grandes produtores, como restaurantes, mercados, feiras e cantinas.
Para uma melhor compreensão, será usado o exemplo da Central de Valorização Orgânica da LIPOR. A unidade da LIPOR está dividida em quatro operações básicas:
- A preparação da mistura a compostar
Os resíduos entregues na Central são depositados no cais de descarga. Dada a diferente proveniência dos vários circuitos é necessário realizar uma mistura destes resíduos (resíduos verdes e resíduos de restauração) de forma a otimizar o processo de compostagem.
- Compostagem
A compostagem é realizada em túneis, nos quais as condições do processo (temperatura, humidade e pH) são rigorosamente controladas. O processo de compostagem tem a duração de, aproximadamente, 1 mês.
- Afinação do composto
Ao longo de todo o processo, a utilização de crivos e separadores magnéticos permite a eliminação de alguns contaminantes que possam aparecer (plásticos, latas).
- Armazenamento e ensacamento
No final do processo, haverá um espaço reservado ao armazenamento do produto, bem como um sistema de ensacamento e peletização. Isto permite a comercialização do composto ensacado ou em grânulos, adaptando-se a novas aplicações.
Compostagem Doméstica
Atendendo a que a maior percentagem dos resíduos produzidos é de natureza orgânica, a compostagem é, sem dúvida, uma das formas mais eficazes de valorização dos resíduos orgânicos.
Além do processo a nível industrial, todos aqueles que tenham um pequeno quintal ou jardim, podem fazer a sua parte: a compostagem caseira.
Na compostagem caseira, basta acondicionar os resíduos orgânicos num compostor, mantendo as condições de arejamento e humidade. O processo desenrolar-se-á naturalmente.
A valorização orgânica traduz-se assim no processo de compostagem: processo biológico natural efetuado em condições controladas. Assim, são as bactérias, fungos e outros microrganismos que decompõem a matéria orgânica de uma forma aeróbia (na presença de oxigénio), transformando-a num produto estável, o composto. Produz-se, assim, uma mistura rica em nutrientes que pode ser utilizada como fertilizante orgânico.
Compostagem Industrial
Para obter um produto de elevada qualidade é fundamental a separação da matéria orgânica. Normalmente, para este processo correr da melhor forma possível, são implementados circuitos específicos de recolha seletiva de matéria orgânica, nomeadamente em grandes produtores, como restaurantes, mercados, feiras e cantinas.
Para uma melhor compreensão, será usado o exemplo da Central de Valorização Orgânica da LIPOR. A unidade da LIPOR está dividida em quatro operações básicas:
- A preparação da mistura a compostar
Os resíduos entregues na Central são depositados no cais de descarga. Dada a diferente proveniência dos vários circuitos é necessário realizar uma mistura destes resíduos (resíduos verdes e resíduos de restauração) de forma a otimizar o processo de compostagem.
- Compostagem
A compostagem é realizada em túneis, nos quais as condições do processo (temperatura, humidade e pH) são rigorosamente controladas. O processo de compostagem tem a duração de, aproximadamente, 1 mês.
- Afinação do composto
Ao longo de todo o processo, a utilização de crivos e separadores magnéticos permite a eliminação de alguns contaminantes que possam aparecer (plásticos, latas).
- Armazenamento e ensacamento
No final do processo, haverá um espaço reservado ao armazenamento do produto, bem como um sistema de ensacamento e peletização. Isto permite a comercialização do composto ensacado ou em grânulos, adaptando-se a novas aplicações.
Compostagem Doméstica
Atendendo a que a maior percentagem dos resíduos produzidos é de natureza orgânica, a compostagem é, sem dúvida, uma das formas mais eficazes de valorização dos resíduos orgânicos.
Além do processo a nível industrial, todos aqueles que tenham um pequeno quintal ou jardim, podem fazer a sua parte: a compostagem caseira.
Na compostagem caseira, basta acondicionar os resíduos orgânicos num compostor, mantendo as condições de arejamento e humidade. O processo desenrolar-se-á naturalmente.
sexta-feira, 7 de março de 2014
Logotipo do Projeto "Da terra para a Terra"
O logotipo escolhido para ser a imagem do projeto teve em conta os seus principais objetivos e temas explorados.
Pretendemos transmitir conhecimentos acerca da gestão de resíduos, nomeadamente formas de tratamento e valorização, assim como permitir aos participantes refletir e analisar questões atuais como o consumo excessivo de produtos, a produção excessiva de resíduos. Queremos também potenciar o conceito de responsabilidade social e individual em matéria de resíduos sólidos urbanos e promover hábitos de reutilização de resíduos no geral e valorização de resíduos orgânicos em particular, por via da compostagem.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Tratamento de Resíduos: Separação Multimaterial
Depois de recolhidas, as embalagens usadas são transportadas para a Estação de Triagem, onde são submetidas a uma separação ainda mais rigorosa por tipo de material.
Por exemplo, os metais são separados em ferrosos e não ferrosos; os plásticos em PET (politereftalato de etileno), PET-óleo, PEAD (polietileno de alta densidade), plásticos mistos, filme entre outros. Também as embalagens de ECAL (Embalagens de Cartão para Alimentos Líquidos) são separadas de todos os outros resíduos.
A triagem confere aos resíduos a homogeneidade e qualidade necessárias à sua reciclagem. Depois deste processo de seleção, os resíduos de embalagens são enfardados, por tipo de material, e reencaminhados através da Sociedade Ponto Verde, para empresas que procedem à sua reciclagem.
Por exemplo, os metais são separados em ferrosos e não ferrosos; os plásticos em PET (politereftalato de etileno), PET-óleo, PEAD (polietileno de alta densidade), plásticos mistos, filme entre outros. Também as embalagens de ECAL (Embalagens de Cartão para Alimentos Líquidos) são separadas de todos os outros resíduos.
A triagem confere aos resíduos a homogeneidade e qualidade necessárias à sua reciclagem. Depois deste processo de seleção, os resíduos de embalagens são enfardados, por tipo de material, e reencaminhados através da Sociedade Ponto Verde, para empresas que procedem à sua reciclagem.
Nas indústrias recicladoras, os materiais separados são utilizados como matérias-primas, com as vantagens ambientais e económicas que daí advêm, tais como poupança de recursos naturais e matérias-primas, de água e energia.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O que fazer com os Resíduos: Parte 3
Outras Fileiras de Resíduos
O ciclo de vida de determinado material compreende normalmente cinco fases:
matéria-prima (recurso), produção (produto), comercialização, consumo e gestão enquanto resíduo. A legislação comunitária tem vindo a aumentar a responsabilização do produtor, o que se traduz na obrigação de retomar e valorizar materiais e na obrigação do cumprimento de metas quantificadas de reutilização/reciclagem.
As entidades gestoras são responsáveis pelos sistemas integrados de gestão de determinados resíduos, sendo da competência dos sistemas de gestão o encaminhamento dos resíduos para valorização, tratamento e/ou destino final adequado, por intermédio da respetiva entidade gestora.
Embalagens e Medicamentos Fora de Uso
As embalagens e medicamentos fora de uso são todos os produtos e respetivas embalagens que foram usadas para o combate e tratamento de doenças e que já não são necessários ou ultrapassaram o prazo de validade.
As farmácias assumem a responsabilidade da receção deste tipo de resíduos, conforme os procedimentos de segurança estabelecidos.
Embalagens de produtos fitofarmacêuticos
Este fluxo de resíduos, abrangido por um sistema de gestão próprio, inclui os resíduos de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos codificados na Lista Europeia de Resíduos (Portaria nº 209/2004, de 3 de Março) sob o código 15 01 10 ("embalagens contendo ou contaminadas por resíduos de substâncias perigosas"), ou seja, as embalagens que estão em contacto direto com os produtos fitofarmacêuticos, classificadas como resíduos perigosos.
Estão incluídas no âmbito do sistema de gestão destes resíduos - Valorfito - Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura - as embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos com uma capacidade inferior a 250 l/Kg.
Pneus Usados
Pneus de que o respetivo detentor se desfaça ou tenha a intenção ou a obrigação de se desfazer e que constituam resíduos, ainda que destinados a reutilização (recauchutagem). Consideram-se pneus, aqueles utilizados em veículos motorizados, aeronaves, reboques, velocípedes e outros equipamentos, motorizados ou não motorizados, que os contenham.
Para mais informações pode ser contactada a VALORPNEU- Sociedade de Gestão de Pneus, Lda, que os encaminha para valorização energética.
Pilhas e Acumuladores
Pilhas e acumuladores não reutilizáveis são abrangidos pela definição de resíduo. A definição de pilha consiste em qualquer fonte de energia elétrica obtida por transformação direta de energia química, constituída por um ou mais elementos primários, não recarregáveis.
Define-se como acumulador qualquer fonte de energia elétrica obtida por transformação direta de energia química, constituída por um ou mais elementos secundários, recarregáveis.
Os acumuladores de veículos industriais e similares definem-se como quaisquer acumuladores utilizados em veículos ou para fins industriais ou similares, nomeadamente como fonte de energia para tração, reserva e iluminação de emergência.
Estes resíduos devem ser depositados nos pilhões existentes junto dos Ecopontos e em diversos locais, como supermercados, escolas, lojas, etc. Depois de recolhidos, são enviados para a Ecopilhas – Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., que garante a respetiva reciclagem e, ou valorização energética.
Veículos em Fim de Vida
Consideram-se veículos em fim de vida os veículos que constituem um resíduo, ou seja, qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer, de acordo com a legislação em vigor.
Em Viana do Castelo, o ponto de receção é a RECIFE – Desmontagem de Veículos, Lda, onde os veículos em fim de vida são desmantelados, ou seja, os seus componentes são removidos e separados, com vista à sua despoluição e à reutilização, valorização ou eliminação dos materiais que os constituem. Após a operação de desmantelamento, os materiais são compactados e enviados para a respetiva entidade gestora, a Valorcar, que os encaminha para reutilização, reciclagem, valorização energética ou eliminação.
Residuos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos
Resíduo, incluindo todos os componentes, subconjuntos e consumíveis que fazem parte integrante de equipamentos elétricos e eletrónicos (EEE), no momento em que estes são rejeitados. Entendem-se por este tipo de equipamentos, todos aqueles que estão dependentes de correntes elétricas ou campos eletromagnéticos para funcionar corretamente, bem como os equipamentos para geração, transferência e medição dessas correntes e campos.
Há vários tipos de REEE:
- Pequenos e grandes eletrodomésticos
- Equipamentos informáticos e de telecomunicações
- Equipamentos de consumo
- Equipamentos de iluminação
- Ferramentas elétricas e eletrónicas
- Brinquedos e equipamento de desporto e lazer
- Ferramentas elétricas e eletrónicas
- Aparelhos médicos
- Instrumentos de monitorização e controlo
- Distribuidores automáticos
Depois de recolhidos, estes resíduos são enviados para a Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos e para a ERP – European Recycling Platform, que os encaminha para reciclagem.
Óleos Minerais Usados
Óleos industriais lubrificantes de base mineral, óleos dos motores de combustão e dos sistemas de transmissão, óleos minerais para máquinas, turbinas e sistemas hidráulicos e outros óleos que, pelas suas características, lhes possam ser equiparados, tornados impróprios para o uso a que estavam inicialmente destinados.
Depois de recolhidos, são enviados para a SOGILUB – Sociedade de Gestão Integrada de Óleos Lubrificantes Usados, Lda., que os encaminha para reciclagem, regeneração ou valorização energética.
Óleos Alimentares
Os óleos alimentares constituem um resíduo de acordo com a definição constante da alínea u) do artigo 3.º do Decreto -Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro. A gestão de óleos alimentares usados realiza -se de acordo com os princípios da autossuficiência, da prevenção e redução, da hierarquia das operações de gestão de resíduos, da responsabilidade pela gestão, da responsabilidade do cidadão, da regulação da gestão de resíduos e da equivalência, previstos no regime geral da gestão de resíduos, aprovado pelo Decreto-Lei mencionado anteriormente.
A recolha seletiva de óleos alimentares usados evita a contaminação do ambiente, em particular o tratamento de água contaminada nas Estações de Tratamento de Águas Residuais. A transformação em matéria-prima para várias indústrias e utilizações é ainda uma mais-valia económica da reciclagem desses óleos, com destaque para a produção de biodiesel, um combustível ecológico cada vez mais utilizado, mas também para o fabrico de componentes para sabão, cosméticos e biodiesel.
Resíduos de Construção e Demolição
Os resíduos de construção e demolição (RCD) referem-se aos provenientes de obras de construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação e demolição e da derrocada de edificações. São resíduos de constituição não homogénea, com frações de dimensões variadas, as quais podem ser classificadas como resíduos perigosos, não perigosos e inertes.
De acordo com estimativas comunitárias, a construção civil gera uma quantidade de RCD equivalente a 22% do total de resíduos produzidos na União Europeia. Em Portugal, e com base na proporção apresentada pela UE, estima-se uma produção de 7,5 milhões de toneladas respeitantes ao ano de 2005.
O ciclo de vida de determinado material compreende normalmente cinco fases:
matéria-prima (recurso), produção (produto), comercialização, consumo e gestão enquanto resíduo. A legislação comunitária tem vindo a aumentar a responsabilização do produtor, o que se traduz na obrigação de retomar e valorizar materiais e na obrigação do cumprimento de metas quantificadas de reutilização/reciclagem.
As entidades gestoras são responsáveis pelos sistemas integrados de gestão de determinados resíduos, sendo da competência dos sistemas de gestão o encaminhamento dos resíduos para valorização, tratamento e/ou destino final adequado, por intermédio da respetiva entidade gestora.
Embalagens e Medicamentos Fora de Uso
As embalagens e medicamentos fora de uso são todos os produtos e respetivas embalagens que foram usadas para o combate e tratamento de doenças e que já não são necessários ou ultrapassaram o prazo de validade.
As farmácias assumem a responsabilidade da receção deste tipo de resíduos, conforme os procedimentos de segurança estabelecidos.
Embalagens de produtos fitofarmacêuticos
Este fluxo de resíduos, abrangido por um sistema de gestão próprio, inclui os resíduos de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos codificados na Lista Europeia de Resíduos (Portaria nº 209/2004, de 3 de Março) sob o código 15 01 10 ("embalagens contendo ou contaminadas por resíduos de substâncias perigosas"), ou seja, as embalagens que estão em contacto direto com os produtos fitofarmacêuticos, classificadas como resíduos perigosos.
Estão incluídas no âmbito do sistema de gestão destes resíduos - Valorfito - Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura - as embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos com uma capacidade inferior a 250 l/Kg.
Pneus Usados
Pneus de que o respetivo detentor se desfaça ou tenha a intenção ou a obrigação de se desfazer e que constituam resíduos, ainda que destinados a reutilização (recauchutagem). Consideram-se pneus, aqueles utilizados em veículos motorizados, aeronaves, reboques, velocípedes e outros equipamentos, motorizados ou não motorizados, que os contenham.
Para mais informações pode ser contactada a VALORPNEU- Sociedade de Gestão de Pneus, Lda, que os encaminha para valorização energética.
Pilhas e Acumuladores
Pilhas e acumuladores não reutilizáveis são abrangidos pela definição de resíduo. A definição de pilha consiste em qualquer fonte de energia elétrica obtida por transformação direta de energia química, constituída por um ou mais elementos primários, não recarregáveis.
Define-se como acumulador qualquer fonte de energia elétrica obtida por transformação direta de energia química, constituída por um ou mais elementos secundários, recarregáveis.
Os acumuladores de veículos industriais e similares definem-se como quaisquer acumuladores utilizados em veículos ou para fins industriais ou similares, nomeadamente como fonte de energia para tração, reserva e iluminação de emergência.
Estes resíduos devem ser depositados nos pilhões existentes junto dos Ecopontos e em diversos locais, como supermercados, escolas, lojas, etc. Depois de recolhidos, são enviados para a Ecopilhas – Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., que garante a respetiva reciclagem e, ou valorização energética.
Veículos em Fim de Vida
Consideram-se veículos em fim de vida os veículos que constituem um resíduo, ou seja, qualquer substância ou objeto de que o detentor se desfaz ou tem a intenção ou a obrigação de se desfazer, de acordo com a legislação em vigor.
Em Viana do Castelo, o ponto de receção é a RECIFE – Desmontagem de Veículos, Lda, onde os veículos em fim de vida são desmantelados, ou seja, os seus componentes são removidos e separados, com vista à sua despoluição e à reutilização, valorização ou eliminação dos materiais que os constituem. Após a operação de desmantelamento, os materiais são compactados e enviados para a respetiva entidade gestora, a Valorcar, que os encaminha para reutilização, reciclagem, valorização energética ou eliminação.
Residuos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos
Resíduo, incluindo todos os componentes, subconjuntos e consumíveis que fazem parte integrante de equipamentos elétricos e eletrónicos (EEE), no momento em que estes são rejeitados. Entendem-se por este tipo de equipamentos, todos aqueles que estão dependentes de correntes elétricas ou campos eletromagnéticos para funcionar corretamente, bem como os equipamentos para geração, transferência e medição dessas correntes e campos.
Há vários tipos de REEE:
- Pequenos e grandes eletrodomésticos
- Equipamentos informáticos e de telecomunicações
- Equipamentos de consumo
- Equipamentos de iluminação
- Ferramentas elétricas e eletrónicas
- Brinquedos e equipamento de desporto e lazer
- Ferramentas elétricas e eletrónicas
- Aparelhos médicos
- Instrumentos de monitorização e controlo
- Distribuidores automáticos
Depois de recolhidos, estes resíduos são enviados para a Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos e para a ERP – European Recycling Platform, que os encaminha para reciclagem.
Óleos Minerais Usados
Óleos industriais lubrificantes de base mineral, óleos dos motores de combustão e dos sistemas de transmissão, óleos minerais para máquinas, turbinas e sistemas hidráulicos e outros óleos que, pelas suas características, lhes possam ser equiparados, tornados impróprios para o uso a que estavam inicialmente destinados.
Depois de recolhidos, são enviados para a SOGILUB – Sociedade de Gestão Integrada de Óleos Lubrificantes Usados, Lda., que os encaminha para reciclagem, regeneração ou valorização energética.
Óleos Alimentares
Os óleos alimentares constituem um resíduo de acordo com a definição constante da alínea u) do artigo 3.º do Decreto -Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro. A gestão de óleos alimentares usados realiza -se de acordo com os princípios da autossuficiência, da prevenção e redução, da hierarquia das operações de gestão de resíduos, da responsabilidade pela gestão, da responsabilidade do cidadão, da regulação da gestão de resíduos e da equivalência, previstos no regime geral da gestão de resíduos, aprovado pelo Decreto-Lei mencionado anteriormente.
A recolha seletiva de óleos alimentares usados evita a contaminação do ambiente, em particular o tratamento de água contaminada nas Estações de Tratamento de Águas Residuais. A transformação em matéria-prima para várias indústrias e utilizações é ainda uma mais-valia económica da reciclagem desses óleos, com destaque para a produção de biodiesel, um combustível ecológico cada vez mais utilizado, mas também para o fabrico de componentes para sabão, cosméticos e biodiesel.
Resíduos de Construção e Demolição
Os resíduos de construção e demolição (RCD) referem-se aos provenientes de obras de construção, reconstrução, ampliação, alteração, conservação e demolição e da derrocada de edificações. São resíduos de constituição não homogénea, com frações de dimensões variadas, as quais podem ser classificadas como resíduos perigosos, não perigosos e inertes.
De acordo com estimativas comunitárias, a construção civil gera uma quantidade de RCD equivalente a 22% do total de resíduos produzidos na União Europeia. Em Portugal, e com base na proporção apresentada pela UE, estima-se uma produção de 7,5 milhões de toneladas respeitantes ao ano de 2005.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
O que fazer com os Resíduos: Parte 2
Resíduos de Embalagem
Para que todas as vantagens da reciclagem sejam uma realidade, é necessário que todos colaborem, separando os materiais e colocando-os nos locais apropriados.
Os ecopontos são constituídos por três contentores de cores diferentes: azul, amarelo e verde. Destinam-se à deposição seletiva do papel e cartão, das embalagens de plástico e metal e do vidro.
Para que todas as vantagens da reciclagem sejam uma realidade, é necessário que todos colaborem, separando os materiais e colocando-os nos locais apropriados.
Os ecopontos são constituídos por três contentores de cores diferentes: azul, amarelo e verde. Destinam-se à deposição seletiva do papel e cartão, das embalagens de plástico e metal e do vidro.
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