Resíduos de Embalagem
Para que todas as vantagens da reciclagem sejam uma realidade, é necessário que todos colaborem, separando os materiais e colocando-os nos locais apropriados.
Os ecopontos são constituídos por três contentores de cores diferentes: azul, amarelo e verde. Destinam-se à deposição seletiva do papel e cartão, das embalagens de plástico e metal e do vidro.
O projeto “Da terra para a Terra” explora a temática dos resíduos e da agricultura biológica, tendo como elemento agregador o conceito de que “na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma” (Lavoisier). Projeto que apoia Hortas Escolares, Compostagem nas Escolas e Compostagem Doméstica (mais informações contatar cmia@cm-viana-castelo.pt)
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
O que fazer com os Resíduos: Parte 1
A política dos 3R's
Todos nós contribuímos para a produção de resíduos e, como tal, devemos também contribuir para a resolução dos problemas que daí advêm. Desta forma, torna-se necessária uma mudança de atitude relativamente aos resíduos.
Redução
Este é o primeiro passo para diminuirmos a quantidade de resíduos que produzimos. As medidas de redução originam poupanças significativas em matérias-primas, energia, consumo de água e nos custos relacionados com a gestão de resíduos. Passa por um consumo mais regrado de bens e gestão mais adequada dos resíduos, evitando o seu encaminhamento para o lixo.
Reutilização
Reutilizar significa utilizar mais do que uma vez um determinado produto, não necessariamente para o mesmo fim para o qual foi concebido, aumentando assim o seu tempo de vida útil.
Reciclagem
A reciclagem traduz-se na valorização de determinados resíduos, nomeadamente papel e cartão, vidro e embalagens de plástico e metal. Através deste processo é possível recuperar ou regenerar diversos materiais, dando posteriormente origem a novos produtos.
É também uma forma de diminuir a quantidade de resíduos, poupando recursos naturais como água, energia e matérias-primas nobres (madeira, petróleo, etc).
No entanto, a reciclagem não é um processo infinito. Por exemplo, no que respeita à reciclagem do papel, as fibras de celulose só podem ser recicladas, em média, 3 a 5 vezes. Quer isto dizer que, apesar das altas taxas de eficiência que se possam conseguir no processo de reciclagem, haverá sempre necessidade de adicionar fibras virgens para substituir fibras degradadas.
Por outro lado, a contaminação dos resíduos com determinadas substâncias, impede a reciclagem dos materiais. Por exemplo: a contaminação de resíduos de papel ou de plástico com produtos orgânicos, ou a existência de materiais que impossibilitam a reciclagem, tais como fotografias, papéis e cartões encerados, parafinados, oleados, papéis de fax, autocolantes, papéis e cartões revestidos ou laminados com filme plástico e/ou folha de alumínio, entre outros.
Todos nós contribuímos para a produção de resíduos e, como tal, devemos também contribuir para a resolução dos problemas que daí advêm. Desta forma, torna-se necessária uma mudança de atitude relativamente aos resíduos.
Redução
Este é o primeiro passo para diminuirmos a quantidade de resíduos que produzimos. As medidas de redução originam poupanças significativas em matérias-primas, energia, consumo de água e nos custos relacionados com a gestão de resíduos. Passa por um consumo mais regrado de bens e gestão mais adequada dos resíduos, evitando o seu encaminhamento para o lixo.
Reutilização
Reutilizar significa utilizar mais do que uma vez um determinado produto, não necessariamente para o mesmo fim para o qual foi concebido, aumentando assim o seu tempo de vida útil.
Reciclagem
A reciclagem traduz-se na valorização de determinados resíduos, nomeadamente papel e cartão, vidro e embalagens de plástico e metal. Através deste processo é possível recuperar ou regenerar diversos materiais, dando posteriormente origem a novos produtos.
É também uma forma de diminuir a quantidade de resíduos, poupando recursos naturais como água, energia e matérias-primas nobres (madeira, petróleo, etc).
No entanto, a reciclagem não é um processo infinito. Por exemplo, no que respeita à reciclagem do papel, as fibras de celulose só podem ser recicladas, em média, 3 a 5 vezes. Quer isto dizer que, apesar das altas taxas de eficiência que se possam conseguir no processo de reciclagem, haverá sempre necessidade de adicionar fibras virgens para substituir fibras degradadas.
Por outro lado, a contaminação dos resíduos com determinadas substâncias, impede a reciclagem dos materiais. Por exemplo: a contaminação de resíduos de papel ou de plástico com produtos orgânicos, ou a existência de materiais que impossibilitam a reciclagem, tais como fotografias, papéis e cartões encerados, parafinados, oleados, papéis de fax, autocolantes, papéis e cartões revestidos ou laminados com filme plástico e/ou folha de alumínio, entre outros.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Impate dos Resíduos no Ambiente
Os resíduos são resultado de inúmeras atividades de produção e consumo que têm lugar na nossa sociedade. Estas atividades são alimentadas por recursos naturais (matérias-primas e energia) que entram no ciclo económico desempenhado determinada função ou serviço. Mais cedo ou mais tarde, caso não sejam reaproveitados, estes recursos retornam ao ambiente mas sob a forma de resíduos ou emissões que constituem desperdícios das referidas atividades.
Desta forma, os resíduos são produzidos em todas as etapas do ciclo de vida de um produto. Desde a extração das matérias-primas, produção, embalamento e utilização até ao tratamento e deposição final. A excessiva produção de resíduos tem várias consequências para o ambiente das quais se destacam as seguintes:
Diminuição dos recursos naturais O solo, o ar, a água, os metais, a flora, a fauna e os combustíveis fósseis constituem um recurso valioso, do qual depende a vida dos seres vivos, nomeadamente a do ser humano. Os recursos naturais podem ser classificados em renováveis (podem ser restaurados a curto prazo, se geridos corretamente; por exemplo, as árvores) ou não renováveis (recursos que se vão esgotar definitivamente; por exemplo, o petróleo). No entanto, alguns recursos considerados renováveis podem transformar-se em não renováveis se forem utilizados de forma desregrada (por exemplo, o solo fértil).
Poluição Os resíduos constituem um iminente perigo para o ambiente, bem como uma ameaça cada vez maior para a saúde e para o atual modelo de vida da sociedade. Substâncias como os metais pesados, pesticidas, tintas e solventes são alguns poluentes perigosos que se acabam por acumular ao longo da cadeia alimentar atingindo o ser humano, que se encontra no topo desta cadeia. Muitas vezes o Homem apresenta elevadas concentrações destas substâncias perigosas nas suas células ou tecidos. Infelizmente, algumas pessoas depositam os seus resíduos em locais inapropriados, contribuindo para o aparecimento de pequenas lixeiras. Estas poderão entrar em combustão, produzindo maus cheiros e ser responsáveis pela poluição da água e dos solos.
Problemas ao nível da saúde pública No lixo em decomposição podem desenvolver-se microrganismos perigosos para a saúde pública. Estes microrganismos podem ser transportados por insetos, roedores e outros animais, contaminando os alimentos, que mais tarde, serão ingeridos pelo Homem. Doenças como o tétano, a salmonelose e a tuberculose podem ser transmitidas por estes animais. Mesmo nas pequenas deposições ilegais de resíduos, a água da chuva, ao atravessar o lixo, arrasta os micróbios e substâncias poluentes até às águas subterrâneas que alimentam as fontes e os poços. Quando essa água contaminada é consumida, podem-se contrair diversas doenças, muitas delas fatais.
Elevado tempo de permanência no meio natural Os resíduos podem acumular-se durante meses ou décadas, até serem degradados, no meio ambiente. O tempo de decomposição dos resíduos depende de muitos fatores, de entre os quais se destacam a humidade, o calor e a natureza dos próprios materiais.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Passado um ano...
Passado um ano de muito trabalho e muita evolução é a altura de fazer um balanço...
No ano letivo anterior tivemos cerca de 38 escolas envolvidas no projeto e durante o ano letivo foram desenvolvidas cerca de 160 atividades práticas com os alunos abrangendo os diferentes assuntos ligados à gestão e tratamento de resíduos, sua valorização e hortas escolares.
No ano letivo atual, 2013/2014, teremos particular atenção às hortas escolares e iremos desenvolver em todas as escolas envolvidas espaços onde os alunos poderão trabalhar os conceitos de biodiversidade, organização e interações entre espécies.
No ano letivo anterior tivemos cerca de 38 escolas envolvidas no projeto e durante o ano letivo foram desenvolvidas cerca de 160 atividades práticas com os alunos abrangendo os diferentes assuntos ligados à gestão e tratamento de resíduos, sua valorização e hortas escolares.
No ano letivo atual, 2013/2014, teremos particular atenção às hortas escolares e iremos desenvolver em todas as escolas envolvidas espaços onde os alunos poderão trabalhar os conceitos de biodiversidade, organização e interações entre espécies.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
A chegar ao fim a primeira fase do projeto....
Quase na reta final da primeira fase do projeto, neste ano letivo... ficam aqui alguns dos registos das atividades que se foram desenvolvendo ao longo de quase 3 meses...
Foram visitadas 113 turmas, num total de 2199 alunos do pré-escolar ao ensino secundário.
Foram visitadas 113 turmas, num total de 2199 alunos do pré-escolar ao ensino secundário.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Ano Letivo 2012/2013
Neste ano letivo iremos proceder a algumas alterações no modo de atuação do projeto...
As inscrições passaram a ser por turma, ou grupo de 25 alunos, de forma a possibilitar a realização de mais atividades práticas.
O projeto foi dividido em 3 fases: onde a primeira e a última fase será com o apoio técnico presencial, na escola por parte do CMIA, e a fase intermédia será quando as turmas trabalharão por iniciativa própria.
Para cada faixa etária foi proposto um plano próprio e mais adequado às metas de aprendizagem de cada ciclo de ensino.
As inscrições passaram a ser por turma, ou grupo de 25 alunos, de forma a possibilitar a realização de mais atividades práticas.
O projeto foi dividido em 3 fases: onde a primeira e a última fase será com o apoio técnico presencial, na escola por parte do CMIA, e a fase intermédia será quando as turmas trabalharão por iniciativa própria.
Para cada faixa etária foi proposto um plano próprio e mais adequado às metas de aprendizagem de cada ciclo de ensino.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)






.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)